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Desinformação alimenta nova revolta da vacina

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Autor Daniela Machado Coordenadora EducaMídia Sobre o autor

Educação midiática ganha ainda mais relevância quando é nossa saúde que está em jogo

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Imagem: Hakan Natural/Unsplash

Não foram poucas as mentiras relacionadas à Covid-19 que circularam ao longo dos últimos meses. De acusações falsas sobre caixões vazios a delírios que denunciavam o termômetro digital como ladrão de senhas de banco, o cardápio de desinformação e teorias conspiratórias foi dos mais completos.

Esse tipo de discurso tumultua as redes sociais, confunde muitas pessoas e faz com que seja cada vez mais difícil filtrar as informações de qualidade das quais realmente precisamos num momento de pandemia. Mas foi ao aproximar-se mais da área da saúde, prometendo curas milagrosas ou rechaçando recomendações cientificamente comprovadas, que as fake news fizeram e ainda fazem os maiores estragos. É o que tem acontecido quando o assunto é vacinação.

Não é de hoje que circulam dados falsos sobre vacinas, relacionando-as de forma equivocada a casos de autismo e outros problemas. Já assistimos a esse (triste) filme com o sarampo, por exemplo, e o resultado foi o aumento no número de casos da doença.

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Daniela Machado

Coordenadora EducaMídia

Coordenadora do EducaMídia, programa de educação midiática do Instituto Palavra Aberta que tem como focos a formação de professores e a produção de conteúdos sobre o tema.

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